quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Hoje eu estava lendo e lembrei de você.
Simples assim: um jornal de domingo.
Lembrei de você porque domingo é o nosso dia.
Domingo seria o dia mais chato da semana,
programas entediantes, ruas vazias, shoppings cheios,
enfim, um dia que tinha tudo pra ser péssimo.
Mas aí você chegou e tomou meu domingo pra você.
Então, domingo se tornou dia de riso, dia de alegria
e de bons momentos.
Mas especialmente hoje lembrei de você porque
este foi como qualquer um antes de você.
Eu li o jornal, tomei meu café com torradas e lembrei-me
como domingos sem você são vazios.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Ah, menina.
Eu amo você, menina.
Eu amo você.
Mas como digo?
Ou melhor, não digo?
Você fez a sua escolha
De continuar uma história.
Eu queria ter percebido a tempo para escolher a minha e nela não amar você ou não começar a amar você. Como se eu não tivesse te conhecido... Mas eu conheci. E amei conhecer.
A verdade é que eu não voltaria atrás. Eu faria tudo de novo. E agora estaria escrevendo o mesmo texto.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Comigo não.
Essa mania de sempre pensarmos que conosco será diferente.
Que com a gente não vai acontecer.
A fulana foi a mesma em 10 relacionamentos seguidos. Mas com a gente será diferente.
Zezinho ficou doente. Mas com a gente não vai acontecer.
Mariazinha bebeu, dirigiu, bateu o carro... Mas isso só acontece com ela né? E com o Pedrinho, com a Julinha e com 3 milhões de outras pessoas. Com a gente não.
Um grão de areia é o que somos. E temos essa mania de achar que somos um escudo. Acidentes acontecem, doenças também e a fulana provavelmente será da mesma forma. Onde está a surpresa?