quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Eu em cinco minutos.


Sou chata, sou irritável, firo facilmente, me doo com a dor alheia, sou mimimi em muitas horas, sou apaixonada, me apego facilmente e muitas vezes me desapego também. Faço tudo por uma pessoa querida até eu finalmente perceber o quão estou sendo trouxa, se eu estiver sendo. Sou apaixonada, sou intensa, sou drástica. Tenho medo de tudo. Muito amor me assusta, muita intensidade me assusta, no final, a possibilidade de ser magoada me assusta, pra falar a verdade me amedronta mais que pássaros ou o escuro. Aliás, eu tenho medo do escuro como uma criança de cinco anos.
Gosto das coisas claras, de beijos, abraços e um eu te amo em horas inusitadas, no momento mais inesperado. Dou valor para olhares e pequenos gestos.
Gosto de segurança em todos os tipos de relacionamento, e não ter essa segurança me deixa nervosa, ansiosa, e muitas vezes paranoica. Não deixe que eu me apegue a você se não for para retribuir. Tudo que eu não preciso é de pessoas que me magoem mais, tudo que eu não preciso é de pessoas que pisem nas minhas feridas, tudo que eu não preciso é de pessoas que me tratem mal ou como qualquer e depois façam carinho para novamente agir da mesma forma e mais uma vez pedir desculpa.
Estou cansada de mentiras e de frases como “me desculpa mas dessa vez e eu prometo que não farei a coisa x novamente", estou cansada de "eu te amo" mentirosos e passageiros. Não diga que me ama porque eu disse. Eu te amo não é brincadeira! E amor é para sempre.
Talvez eu seja um pouco dramática de vez em quando, e também bruta, possessiva, carente, ciumenta e bipolar. E de vez em quando vou "colocar o dedo na sua cara" ou ser indelicada.
Eu não sou obrigada a querer conversar o tempo todo, e enjoo de algumas pessoas, principalmente das monótonas e das que querem me prender dentro de uma gaiola. Pessoas que só falam coisas negativas ou tem muitos erros de português me cansam e normalmente eu fujo delas.
Converso com todas as pessoas, isso que não quer dizer que eu seja amiga de todas elas.
Eu sempre soube separar bem quem é amigo e quem é colega, e isso não me impediu de ter várias marcas, mas, vendo isso pelo lado bom, talvez eu não cometa mais os mesmos erros. Pelo menos não da mesma forma.

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